sexta-feira, 25 de março de 2011

A DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA!

A maior floresta brasileira está desaparecendo, mas a progrssão do datamento diminuiu um pouco. O tipo de vegetação mais atingida entre 1995 e 1997 foram as partes chamadas ombrófilas, amigas da água , típicas de regiões chuvosas. São árvores de cerca de 25 metros de altura, como va e castanha-de-macaco.
                               

A informação, divulgada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São José dos Campos (Inpe), Estado de São Paulo, saiu da comparação de fotos do satélite Landsat com mapas da área. O Inpe informa ainda que a maior parte do desmatamento acontece em áreas pequenas, com menos de 5 quilômetros quadrados.
        Até hoje, já foram derrubados 530000 quilômetros quadrados de mata - pouco mais de 13% da área de floresta da Amazônia Legal, que tem cerca de 4 milhões de quilômetros quadrados. Mas a devastação foi desacelerada: 29059 quilômetros quadrados em 1995 contra 18161 em 1996. Os números de 1997 ainda não estão fechados.


      O desmatamento provocado por um exército de 300 mil "cupins da floresta" (ex-garimpeiros, sem-terra, posseiro, grileiros, índios, migrantes e caboclos), que estão transformando a extração predatória da madeira na principal fonte de renda na Amazônia.
         Estas pessoas formam o mercado negro responsável por 80% da madeira que chega às serrarias da região. Com isto o Brasil firma-se como o terceiro maior exportador mundial de madeiras tropicais, atrás apenas da Malásia e da Indonésia.
         Os soldados da madeira estão penetrando fundo na floresta. Ao lado das queimadas e de outras formas de agressão ambiental, eles ajudam a explicar a média de 15 mil quilômetros quadrados de mata primária destruídos a cada ano, área equivalente à metade da Itália. Para trás eles deixam um rastro de destruição que os satélites não enxergam , já que o corte é seletivo, e a fiscalização não consegue deter.                          
                                   

                               
MANAUS - A Amazônica perdeu 273 km² de floresta no mês de agosto, segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados hoje (14). O número significa aumento de 167% em relação a agosto de 2009, quando o desmatamento detectado alcançou 102 quilômetros quadrados.

A área devastada é equivale a cerca de sete vezes o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Depois de 11 meses em queda, esse é o segundo mês em que a derrubada de árvores na Amazônia aumenta. Em julho, o Imazon detectou 532 km² de devastação – alta de 93% em relação a julho de 2008, quando foram registrados 276 km².

Segundo o instituto, nem todo o desmatamento detectado em agosto foi realizado nesse mês, já que 46% das áreas destruídas estavam cobertas por nuvens em meses anteriores, e não poderiam ser vistas por meio de imagens de satélite.

Pará lidera desmatamento

Em agosto de 2009, o desmatamento foi maior no Pará (76%), e em menor proporção em Mato Grosso (8%), Amazonas (6%) e Rondônia (5%). Os demais estados contribuíram com cerca de 5% do desmatamento.

Segundo instituto, áreas protegidas perderam 132 km² de suas matas. As áreas mais atingidas pela devastação estão no Pará – estado que concentrou 76% do corte de árvores detectado em agosto.  O local mais atingido foi a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, que teve 18,7 km² desmatados, seguido pela Floresta Nacional do Jamanxin, que perdeu 4,2 km², e nos arredores das grandes rodovias, como a PA-150 e a BR-163.

Nenhum comentário:

Postar um comentário